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 Ecommerce é oportunidade de negócio: Compras online disparam com Covid-19

Ecommerce é oportunidade de negócio: Compras online disparam com Covid-19

A pandemia de Covid-19 está a deixar a economia congelada, mas, para o setor do ecommerce é uma oportunidade de negócio. A procura por lojas online e as compras online dispararam com a quarentena.

A média das compras online subiu nas últimas semanas, no seguimento das recomendações de isolamento social devido ao surto de Covid-19. Houve até ruturas nas lojas online dos principais supermercados que ficaram impossibilitados de fazer entregas dentro dos moldes a que tinham habituado os seus clientes devido ao excesso de procura. Há longas demoras nas entregas e alguns sites até se viram forçados a implementar "sistemas de espera" para entrada nas suas páginas, para evitar bloqueios devido ao excesso de tráfego.

A situação mostra que nem mesmo os principais supermercados, detidos pelos grandes grupos económicos, estavam preparados para tanta procura.

Os dados da SIBS (Sociedade Interbancária de Serviços) sobre as transações eletrónicas divulgados pela Associação Economia Digital (ACEPI) comprovam que houve uma redução global do consumo em consequência da pandemia, mas também que as compras online vêm ganhando "um peso crescente no total de compras realizadas nas últimas semanas, com uma quebra menos significativa no panorama global do consumo".

O valor médio dos gastos online aumentou de uma média de 37,5 euros por compra, antes do primeiro caso confirmado de Covid-19, para os 39,7 euros por compra que se verificaram na semana de 23 a 30 de março. Trata-se de um aumento de 6% nos gastos com ecommerce, segundo os dados da ACEPI.

Espera-se que a tendência continue a aumentar com o evoluir da pandemia e a manutenção das medidas de confinamento. Uma tendência que veio para ficar, já que, como ocorreu com outras tendências de consumo, não se espera que os consumidores se "desabituem" de comprar online depois de começarem a fazê-lo com maior regularidade e mais confiança.

Há também uma tendência de redução de compras no estrangeiro, até devido às restrições nas fronteiras, pelo que se espera uma maior aposta nos produtos nacionais.

O Ministério da Agricultura lançou no passado dia 30 de março a campanha "Alimente quem o Alimenta" que visa incentivar o consumo de produtos made in Portugal, apresentando-os como "seguros e de qualidade".

Encomendas na China com quebra de 72%

Um indicador que é óbvio, considerando que a pandemia teve origem na cidade chinesa de Wuhan, é a queda das encomendas online feitas na China, conforme dados do site Covid-19 Commerce Insight (CCInsight). Estamos a falar de uma descida de 72% nas vendas online feitas no país, o que pode, só por si, constituir uma oportunidade para outros países implementarem negócios de ecommerce bem-sucedidos, aproveitando os receios do consumidor em importar produtos made in China.

O CCInsight mostra o impacto da Covid-19 no ecommerce mundial, divulgando dados locais e globais relativos a diversos sectores. De acordo com as informações publicadas, é possível aferir que a China está a ser de longe o país mais prejudicado em termos de queda nos rendimentos associados ao ecommerce.

Já a Arábia Saudita tem mais 199% de lucros com compras online, a Austrália apresenta mais 82%, a Itália mais 73%, a Alemanha mais 47% e os EUA mais 37%.

A França apresenta uma subida nos rendimentos de ecommerce da ordem dos 21%, enquanto Portugal e Espanha têm apenas mais 2% de rendimentos cada.

Em termos de encomendas efetuadas, Portugal apresenta mais 46% de compras online nos últimos sete dias, comparativamente com o mesmo período do ano passado. Na Bélgica, o crescimento é de 96%, enquanto em Itália é de 87% e na Suíça de 86%. França (57%) e Alemanha (53%) também apresentam subidas interessantes, enquanto em Espanha, houve apenas um acréscimo de 6% nas compras online.

Na Irlanda, o aumento de encomendas online é da ordem dos 108%, enquanto em países como Austrália e México, houve aumentos de 60%, nos EUA subiram 57% e no Brasil aumentaram 23%.

Na Arábia Saudita, verificou-se um crescimento de 200%. Em sentido inverso, a China revelou uma descida de 69% nas encomendas.

Grafico Compras Online

 

A pandemia também está a ter impacto negativo nas vendas online em sectores como os da moda e das viagens, mas noutros casos, verifica-se uma subida clara, designadamente nas áreas alimentar e de produtos de saúde, bem como em lojas online de eletrodomésticos, com a venda de frigoríficos, arcas congeladoras e outros equipamentos de armazenamento.

O relatório "Coronavirus Survey Reportdivulgado a 19 de março de 2020 pela Ecommerce Europe, associação que reúne empresas de comércio eletrónico de vários países e parceiros empresariais, constata também um crescimento nas compras online nas áreas do entretenimento, da telemedicina, do teletrabalho e do e-learning.

Ecommerce já não é o futuro, é o presente!

O ecommerce é um sector que está em progressão há vários anos - vem crescendo gradualmente, mas ainda tem muita margem de crescimento, especificamente em Portugal. A pandemia pode ser uma boa altura para aproveitar as mudanças de comportamento que estão a ser forçadas na nossa vida, dadas as circunstâncias atuais.

No passado 10 de abril, os ministros das Finanças da Zona Euro aprovaram um pacote de ajudas à economia da ordem dos 540 mil milhões de euros. Deste montante, 200 mil milhões destinam-se a apoiar as empresas, em especial as PMEs que são a base do tecido económico português e que podem encontrar neste momento difícil uma oportunidade de inovação.

O ecommerce já não é o futuro, é o presente! Cada vez mais empresas estão a abrir as suas lojas online, respondendo às novas tendências de consumo. Trata-se de uma aposta estratégica que permite expandir o mercado das empresas já estabelecidas e que para as PMEs é uma oportunidade de negócio que cada vez mais faz sentido, até porque implica custos inferiores aos associados às lojas físicas.

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